
Morro hoje,
Se é que
Não morri já,
Se é que alguma
vez vivi,
Concretamente!
Desilusões,
Emoções quentes à
misturas
São como fogo
“Que não se vê
E tanto arde”...
É dor,
Toda ela já
sentida,
Já tão
concentrada,
Já tão sofrida.
Já nem tento,
Pois está morto
O alento,
Disperso
Desta função.
Há quem viva no
engano,
Eu já vivo no
desengano
O engano já é
concreto,
Presente, real...
Que tarefa esta,
Corpo este ,
Trabalhado,
A toda a hora
massacrado,
Para um dia te
beijar...
Minto e riu
A sonhar,
Pois só isso,
Já só isso posso,
Já só assim te
“tenho”!
Amar,
Ohh que amar
bruto o meu
Agora um
conselho, um aviso:
Nunca amem como
eu