quinta-feira, 10 de julho de 2014

Vazias essas estradas:



 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOUIKNYOyfGxIHn2LtR2vJed7RTSP7_T9jxNSCd8kC9uUYwbeHVmTkG4Vr7rlOlyHVG2OowfiOMNkZD1__BmU7HsKHjy9nCaJG5Qk0Pw0VBRDm_T7AU54wwWeNnRbqK4YFVRKdrGcknWyY/s1600/alan-wake-mountain-overhang.jpg

Estradas vazias.
Campos cheios
De nada,
De tudo um pouco.

Pensamento fértil,
Curioso,
Descontente,
Potente!

Febril corpo,
Testa fria,
Mente fraca,
Tão pouco sã...

Tão pouco crente
Deste mundo,
Desta gente.
Fraca, triste!

Tempo estranho,
Tal qual eu,
Tal qual meu corpo
e amena pele.

Boca, dedos,
Cabelos de mel.
Veludo
Tão macio, tão puro!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Poetisa para toda esta gente:



 


Perguntei-te um dia
se gostavas de poesia,
Respondeste que não,
Foi uma pura e dura negação,
Foi um duro e puro transtorno!

Vejo hoje um retorno.
Nestas horas um pouco incertas,
Nesse teu mundo divergente.

Riu e choro,
Fico triste e contente,
Ao ver que hoje, em plena noite
e pleno dia.
És poetisa, para toda esta gente!

Que mudança meu amor...
Opinião muda como o vento,
Como o tempo
a qualquer instante.
Pois o instante,
é qualquer hora!



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