quinta-feira, 21 de novembro de 2013

És cigarro que me mata:

Histórias soltam,
O homem
Que se esconde
De si,
Da sua própria pessoa...

Sinto,
Consinto.
E o tempo passa,
E o tempo urge
Como vento,
Como chuva.

E tu foges,
Como cigarro
Que fumo,
E que acaba,
Com a beata
No chão perdida...

Solta-se o fumo no ar,
Mais um cigarro
Que se acaba,
Mais um homem que se perde!

Cigarro é como tu,
Dá-me tanto prazer,
Mas mata-me
Aos poucos, devagarinho.

Os sentimentos
São algo frágeis,
E por muito que prováveis,
Sofrem,
Morrem com o amor...

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